TODOS SABEMOS A SITUAÇÃO CRÍTICA PELA QUAL PASSARAM OS BANCOS AMERICANOS.
Sabemos também que não se pode subestimar a capacidade americana em se reinventar, criar o futuro e enfrentar adversidades. Os japoneses perceberam isso na 2a guerra mundial...
Agora somos informados que o Citibank será um dos primeiros bancos no mundo a testar o sistema de cartão de crédito 2.0
A grande inovação desse cartão é ser débito e crédito em múltiplas contas correntes. (Sonho dos lojistas de shopping centers)
E não é só isso: estes cartões têm incorporado botões e displays gráficos com interaces para a web, sem prejudicar a espessura.
Essa nova tecnologia de cartões roubou a cena na conferência "DEMO startup conference" no Vale do Silício. A versão do Citi do cartão irá permitir aos utilizadores escolher entre dois botões do cartão na caixa registradora. Um botão permitirá que o usuário possa pagar com pontos de recompensa, o outro botão permite-lhes o pagamento com crédito.
O usuário pode escolher também em qual conta (e banco concorrente!) a fatura vai chegar.
Os cartões serão chamadas de 2G (como em "segunda geração", uma convenção de nomenclatura semelhante à de outros dispositivos móveis), cada um irá conter um chip e uma bateria com cerca de quatro anos de vida.
Funcionários do Citi têm testado desde maio de cartões de 2G com resultados animadores. Os 8 cartões que em média cada americano possui serão substituídos por apenas 1.
O banco planeja lançar OFERTAS para fora da sua base de clientes em meados dos 2011. Alguns titulares serão selecionados para iniciar o uso de cartões de 2G agora.
Alguns irão dizer: ihh lá vem outra crise de crédito... Pode ser, mas será uma crise 2.0!
QUEM QUISER CONFERIR BASTA VER O VÍDEO NO YOUTUBE:
http://www.youtube.com/watch?v=0RPkODrcjkU&feature=player_embedded
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
@ramirogoncalez -> http://que-midia-e-essa.blogspot.com/
ramirogon@uol.com.br
Autor: Mídias e Negócios
sábado, 23 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
GOOGLE e PLANO DE NEGÓCIOS PARA MÍDIAS
GOOGLE COMEÇA A ESTUDAR FORMAS DE REMUNERAR DIREITOS AUTORAIS NA WEB
Pressionado pelas ações judiciais na Europa, Google decide criar formas de remunerar conteúdo digital. O diretor de marketing do Google para Europa - Philipp Schindler - disse que o direito autoral precisa ser preservado.
Interessante avanço. Várias vezes aqui no Blog o Prof. Grisi alertou sobre as falhas jurídicas ao se publicar conteúdo com direito autoral. E dava como exemplo o caso Europeu.
Por outro lado o Google já alerta aos publishers de mídia impressa que ajustem seus NEGÓCIOS A MÍDIA DIGITAL. É uma importante recomendação, uma vez que o modelo de negócios multi-plataformas veio para ficar.
A maneira de trabalhar em multi-plataformas já foi explorado no livro MÍDIAS e NEGÓCIOS: é preciso ter um sistema de assinatura ou micro pagamentos (notícias pagas por demanda).
A integração das mídias irá se tornar viável quando encontrar um modelo de negócios.
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
@ramirogoncalez -> http://que-midia-e-essa.blogspot.com/
ramirogon@uol.com.br
Autor: Mídias e Negócios
Pressionado pelas ações judiciais na Europa, Google decide criar formas de remunerar conteúdo digital. O diretor de marketing do Google para Europa - Philipp Schindler - disse que o direito autoral precisa ser preservado.
Interessante avanço. Várias vezes aqui no Blog o Prof. Grisi alertou sobre as falhas jurídicas ao se publicar conteúdo com direito autoral. E dava como exemplo o caso Europeu.
Por outro lado o Google já alerta aos publishers de mídia impressa que ajustem seus NEGÓCIOS A MÍDIA DIGITAL. É uma importante recomendação, uma vez que o modelo de negócios multi-plataformas veio para ficar.
A maneira de trabalhar em multi-plataformas já foi explorado no livro MÍDIAS e NEGÓCIOS: é preciso ter um sistema de assinatura ou micro pagamentos (notícias pagas por demanda).
A integração das mídias irá se tornar viável quando encontrar um modelo de negócios.
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
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Autor: Mídias e Negócios
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Regulação das MÍDIAS, cabeças Século 19 e usuários Século 21
Aqueles que têm acompanhado as notícias sobre o Projeto de REGULAÇÃO DAS MÍDIAS pretendido pelo governo, devem estar pensando:
O governo está longe entender a nova dinâmica das mídias.
Além da evidente agressão a democracia é uma fonte desnecessária de atritos com os veículos (falta de inteligência é uma maneira polida de classificar esse projeto).
Há um novo fenômeno que não está sendo considerado: a interatividade e a bidirecionalidade na comunicação.
Seria interessante (e recomendável) que estes "reguladores" visitassem as novas plataformas agregadas às mídias tradicionais: BLOGS E REDES SOCIAIS são um bom início para essa experiência para os "reguladores".(Além de plataformas antigas como: carta do leitor e as áreas dos OMBUDSMAN).
Eles ficariam surpresos pela "regulação" que o usuário já faz das mídias.
Os jornalistas são bombardeados por comentários nessas novas plataformas.
Patrulhas ideológicas (pagas ou não), grupos de pressão e de interesses e até usuários comuns fazem uso da interatividade. Todos participam e algumas vezes se digladiam.
Essa interatividade traz de tudo: correção da gramática do jornalista, opiniões divergentes e até FATOS NOVOS sobre o tema publicado.
A opinião do Veículo já não é ÚNICA. O leitor participa da construção da opinião.
O usuário externaliza sua opinião (com a possibilidade de todos os leitores terem acesso) e mostra sua insatisfação (ameaçando cancelar aassinatura ou não utilizar mais aquele veículo).
Ao tentar regular esta relação o governo mostra total desconhecimento das mecânicas das novas plataformas.
Lembra, um pouco, o planejamento central soviético (todo mundo sabe no que deu).
Atitude inteligente é entender essa nova dinâmica e estimular a interatividade.
Pena que provavelmente eles não lerão esse POST.
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
@ramirogoncalez -> http://que-midia-e-essa.blogspot.com/
ramirogon@uol.com.br
Autor: Mídias e Negócios
O governo está longe entender a nova dinâmica das mídias.
Além da evidente agressão a democracia é uma fonte desnecessária de atritos com os veículos (falta de inteligência é uma maneira polida de classificar esse projeto).
Há um novo fenômeno que não está sendo considerado: a interatividade e a bidirecionalidade na comunicação.
Seria interessante (e recomendável) que estes "reguladores" visitassem as novas plataformas agregadas às mídias tradicionais: BLOGS E REDES SOCIAIS são um bom início para essa experiência para os "reguladores".(Além de plataformas antigas como: carta do leitor e as áreas dos OMBUDSMAN).
Eles ficariam surpresos pela "regulação" que o usuário já faz das mídias.
Os jornalistas são bombardeados por comentários nessas novas plataformas.
Patrulhas ideológicas (pagas ou não), grupos de pressão e de interesses e até usuários comuns fazem uso da interatividade. Todos participam e algumas vezes se digladiam.
Essa interatividade traz de tudo: correção da gramática do jornalista, opiniões divergentes e até FATOS NOVOS sobre o tema publicado.
A opinião do Veículo já não é ÚNICA. O leitor participa da construção da opinião.
O usuário externaliza sua opinião (com a possibilidade de todos os leitores terem acesso) e mostra sua insatisfação (ameaçando cancelar aassinatura ou não utilizar mais aquele veículo).
Ao tentar regular esta relação o governo mostra total desconhecimento das mecânicas das novas plataformas.
Lembra, um pouco, o planejamento central soviético (todo mundo sabe no que deu).
Atitude inteligente é entender essa nova dinâmica e estimular a interatividade.
Pena que provavelmente eles não lerão esse POST.
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Autor: Mídias e Negócios
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
CARREIRAS EM MÍDIAS SOCIAIS, ISSO EXISTE? PARTE 2
O desafio está posto
Prof Grisi-leitor do Blog- propôs importante questão: “A propósito, quero por um pouco de lenha na fogueira que você acendeu. Veja só: seria correto entregar para uma agência um único briefing, ou deveríamos fazer dois? Um exclusivamente para mídia on line e, outro para mídia off line. Gostaria de ver sua argumentação sobre isso na próxima postagem. Acho que essa idéia é boa para colocarmos à discussão, logo no início da aula do curso "Comunicação, mercado e TI".Vou tentar responder baseado nas teses do livro “MÍDIAS e NEGÓCIOS”:
Houve um período em que se falava em COMUNICAÇÃO INTEGRADA, uma única mensagem em várias mídias. Isso era interessante e possível, pois essas plataformas a serem integradas são caracterizadas pela unidirecionalidade. Plataformas como TV, rádio, revista, jornal e outdoor têm como receptor final uma audiência passiva.
Era uma relação hierárquica: o veículo era a voz, a audiência era o ouvido.
Agora há um elemento estranho, um ruído no processo emissor-receptor : A comunicação BIDIRECIONAL.
Estes papéis são dúbios e o sistema muda para emissor-receptor <-> receptor-emissor.
Quem inicia a comunicação com uma empresa/marca nas REDES SOCIAIS é a antiga audiência (o antigo receptor). E muitas vezes inicia com uma reclamação. Esse emissor faz reverberar na rede suas (in) satisfações e desejos com relação a marca (#fail).
O #FAIL é um poderoso instrumento para arregimentar detratores as marcas.
Por isso quando marcas e empresas pretendem entrar nas REDES SOCIAIS (e elas estão sendo empurradas a isso) devem entender que são primariamente ações defensivas e que devem ser pouco intrusivas.
O sonho de uma marca é entrar numa rede de detratores e convertê-los em advogados. Isso não acontece usando técnicas de mercado convencionais. Exige um enorme esforço e trabalho em trazer benefícios REAIS e TANGÍVEIS aos usuários.
As técnicas para realizar isso são dispersas e pouco replicáveis. As empresas ainda experimentam caminhos.
Portanto respondendo a pergunta do Prof. Grisi é preciso pensar o ON LINE e o OFF LINE de forma distinta. Provavelmente a agência que recebeu o briefing do OFF LINE ainda não sabe resolver o problema no ON LINE (embora nunca irá reconhecer isso).
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
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Autor: Mídias e Negócios
domingo, 3 de outubro de 2010
Carreiras em mídias sociais. Isso existe?
Em um post anterior já havíamos alertado para uma nova função para aqueles que trabalham em comunicação: Gestor Transmídia.
A iniciativa de criar a função foi a REDE GLOBO que percebeu a importância de se adequar as mensagens a cada plataforma. O princípio não é novo, mas a técnica é!
Adequar a mensagem aos diferentes canais de distribuição sempre foi feito. Ocorre que era uma ação unidirecional. Isso mudou.
Agora a revista EXAME fez um levantamento das 10 profissões promissoras.
A terceira mais procurada é analista/gestor de mídias sociais.
Um erro comum é achar que para seguir carreira como analista de mídias sociais basta apenas conhecer e usar sites como Twitter, Facebook e Orkut.
Antes de tudo é preciso ter claro qual o MODELO DE NEGÓCIOS da empresa e como as Redes Sociais podem se encaixar em PARTE da comunicação. (em postagens anteriores já demos exemplos do que é feito em empresas como SANTANDER, UNILEVER e TECNISA)
A consultoria Delloite informa que 55% das empresas já possuem um cargo voltado para essa área ou estão buscando um profissional para ocupar a função.
Essa estruturação de uma área de REDES SOCIAIS ainda é feita de modo amadorístico por muitas empresas. Existem canais interessantes que já existem e são pouco explorados (caso do SAC).
Evidente que é impossível alguma empresa com base grande de clientes ficar fora de REDES SOCIAIS, mas é preciso uma análise de como ela se encaixa na estratégia de negócios. Caso contrário será desperdício de recursos.
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
@ramirogoncalez -> http://que-midia-e-essa.blogspot.com/
ramirogon@uol.com.br
Autor: Mídias e Negócios
A iniciativa de criar a função foi a REDE GLOBO que percebeu a importância de se adequar as mensagens a cada plataforma. O princípio não é novo, mas a técnica é!
Adequar a mensagem aos diferentes canais de distribuição sempre foi feito. Ocorre que era uma ação unidirecional. Isso mudou.
Agora a revista EXAME fez um levantamento das 10 profissões promissoras.
A terceira mais procurada é analista/gestor de mídias sociais.
Um erro comum é achar que para seguir carreira como analista de mídias sociais basta apenas conhecer e usar sites como Twitter, Facebook e Orkut.
Antes de tudo é preciso ter claro qual o MODELO DE NEGÓCIOS da empresa e como as Redes Sociais podem se encaixar em PARTE da comunicação. (em postagens anteriores já demos exemplos do que é feito em empresas como SANTANDER, UNILEVER e TECNISA)
A consultoria Delloite informa que 55% das empresas já possuem um cargo voltado para essa área ou estão buscando um profissional para ocupar a função.
Essa estruturação de uma área de REDES SOCIAIS ainda é feita de modo amadorístico por muitas empresas. Existem canais interessantes que já existem e são pouco explorados (caso do SAC).
Evidente que é impossível alguma empresa com base grande de clientes ficar fora de REDES SOCIAIS, mas é preciso uma análise de como ela se encaixa na estratégia de negócios. Caso contrário será desperdício de recursos.
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
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Autor: Mídias e Negócios
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
GLOBO e ABRIL passam a disputar audiência com telefônicas
Estamos acompanhando a progressiva invasão das corporações de mídias em novos territórios.
Um território (plataforma) que não para de crescer é o celular. Este ano o número de celulares ativos passará a população brasileira.
Discretas movimentações mostram a importância desses novos territórios.
A notícia que o IBOPE irá medir audiência de emissoras de TV no Brasil em aparelhos celulares é importante para entender o futuro dos modelos de negócios nas mídias.
O IBOPE só iria introduzir esta pesquisa se houvesse demanda por parte de anunciantes e veículos. Nesse caso o veículo passa a ser também empresa de telefonia.
Na disputa pela audiência há mais um ator: a empresa de telefonia.
Apesar da medição ser apenas em sinais de TV digital e não no analógico, não tira o conceito básico da ferramenta: audiência de TV ABERTA em aparelhos celulares.
Sabemos que o número de consumidores que assistem à TV digital em celulares é pequeno. Como também era zero o número de usuários do facebook em 2002 ou do twitter em 2005.
O IBOPE inova ao propor uma nova metodologia para medir audiência para TV: o Dib 6. O aparelho identifica o programa escolhido pelo telespectador e não a emissora, como na tecnologia atual.
O novo método se aplica a TV on demand, cuja programação fica disponível ao telespectador a qualquer hora.
TV ON DEMAND, TV NO CELULAR. O FUTURO CHEGA SEM PERCEBERMOS.
Vamos continuar investigando e pesquisando o assunto.
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
@ramirogoncalez
ramirogon@uol.com.br
Autor: Mídias e Negócios
Um território (plataforma) que não para de crescer é o celular. Este ano o número de celulares ativos passará a população brasileira.
Discretas movimentações mostram a importância desses novos territórios.
A notícia que o IBOPE irá medir audiência de emissoras de TV no Brasil em aparelhos celulares é importante para entender o futuro dos modelos de negócios nas mídias.
O IBOPE só iria introduzir esta pesquisa se houvesse demanda por parte de anunciantes e veículos. Nesse caso o veículo passa a ser também empresa de telefonia.
Na disputa pela audiência há mais um ator: a empresa de telefonia.
Apesar da medição ser apenas em sinais de TV digital e não no analógico, não tira o conceito básico da ferramenta: audiência de TV ABERTA em aparelhos celulares.
Sabemos que o número de consumidores que assistem à TV digital em celulares é pequeno. Como também era zero o número de usuários do facebook em 2002 ou do twitter em 2005.
O IBOPE inova ao propor uma nova metodologia para medir audiência para TV: o Dib 6. O aparelho identifica o programa escolhido pelo telespectador e não a emissora, como na tecnologia atual.
O novo método se aplica a TV on demand, cuja programação fica disponível ao telespectador a qualquer hora.
TV ON DEMAND, TV NO CELULAR. O FUTURO CHEGA SEM PERCEBERMOS.
Vamos continuar investigando e pesquisando o assunto.
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
GLOBO E ABRIL disputam OOH - Parte 2
As razões estratégicas que levaram GLOBO e ABRIL a crescer inorganicamente nas plataformas OOH são as constantes apropriações de audiência pelas mídias ON LINE.
O GOOGLE informou durante a entrega do prêmio CW 300 Maiores de TI e Telecom, da COMPUTERWORLD,
que o lançamento da Google TV será em novembro 2010.
Os fornecedores, Logitech e Sony, estão lutando para entregar nos prazos infraestrutura e aplicativos que serão o suporte da ferramenta.
O primeiro pré-teste será o Revue, primeiro set-top box para Google TV, em outubro 2010. E o GOOGLE não está só.
A Apple TV também quer lançar-se ao mercado ainda esse ano.
Aqui GLOBO e ABRIL buscam plataformas novas . Lá APPLE e GOOGLE buscam territórios nas plataformas tradicionais. Essa aparente confusão é uma estratégia muito bem pensada das corporações de comunicação. Uma única plataforma não garante modelo de negócios para ninguém.
O paradoxo é que mesmo APPLE e GOOGLE precisam invadir os territórios das mídias tradicionais para crescer e garantir lucratividade no futuro.
Como debatido na FEA essas forças de mercado podem destruir valor (e conhecimento) durante a construção de um novo modelo de negócios para comunicação.
Um exemplo desta destruição (criativa? positiva? )é proposta da revista TRIP criar uma edição totalmente colaborativa. Houve uma enorme repercussão negativa entre os profissionais que geram conteúdo. O conflito é claro: por que pagar se o conteúdo é produzido gratuitamente por centenas de colaboradores? Esse modelo pode derrubar as remunerações de jornalistas, produtores de arte e fotógrafos?
Como abordado no livro MÍDIAS e NEGÓCIOS o futuro vêm chegando em pulsos ou espasmos. Revistas com conteúdo colaborativo, GOOGLE TV, geração de conteúdo gratuito...
Este ano está mostrando um mercado em convulsão (em ambos os sentidos).
A ironia é que a TV ABERTA acaba de comemorar 60 anos...
Prof Ramiro Gonçalez - FIA
Inteligência de mercado e mídia
@ramirogoncalez
ramirogon@uol.com.br
Autor: Mídias e Negócios
O GOOGLE informou durante a entrega do prêmio CW 300 Maiores de TI e Telecom, da COMPUTERWORLD,
que o lançamento da Google TV será em novembro 2010.
Os fornecedores, Logitech e Sony, estão lutando para entregar nos prazos infraestrutura e aplicativos que serão o suporte da ferramenta.
O primeiro pré-teste será o Revue, primeiro set-top box para Google TV, em outubro 2010. E o GOOGLE não está só.
A Apple TV também quer lançar-se ao mercado ainda esse ano.
Aqui GLOBO e ABRIL buscam plataformas novas . Lá APPLE e GOOGLE buscam territórios nas plataformas tradicionais. Essa aparente confusão é uma estratégia muito bem pensada das corporações de comunicação. Uma única plataforma não garante modelo de negócios para ninguém.
O paradoxo é que mesmo APPLE e GOOGLE precisam invadir os territórios das mídias tradicionais para crescer e garantir lucratividade no futuro.
Como debatido na FEA essas forças de mercado podem destruir valor (e conhecimento) durante a construção de um novo modelo de negócios para comunicação.
Um exemplo desta destruição (criativa? positiva? )é proposta da revista TRIP criar uma edição totalmente colaborativa. Houve uma enorme repercussão negativa entre os profissionais que geram conteúdo. O conflito é claro: por que pagar se o conteúdo é produzido gratuitamente por centenas de colaboradores? Esse modelo pode derrubar as remunerações de jornalistas, produtores de arte e fotógrafos?
Como abordado no livro MÍDIAS e NEGÓCIOS o futuro vêm chegando em pulsos ou espasmos. Revistas com conteúdo colaborativo, GOOGLE TV, geração de conteúdo gratuito...
Este ano está mostrando um mercado em convulsão (em ambos os sentidos).
A ironia é que a TV ABERTA acaba de comemorar 60 anos...
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